O tradicional tem interesses
O revolucionário tem uma causa.
O tradicional luta para defender o lucro dos bancos; das grandes empresas, do latifúndio e das indústrias escolares; é o representante dos banqueiros, dos capitalistas; dos latifundiários e dos comerciantes do ensino e da cultura.
O revolucionário luta na defesa das causas operárias, dos camponeses sem terra, dos estudantes e da juventude.
O político tradicional defende privilégios.
O tradicional luta para defender o lucro dos bancos; das grandes empresas, do latifúndio e das indústrias escolares; é o representante dos banqueiros, dos capitalistas; dos latifundiários e dos comerciantes do ensino e da cultura.
O revolucionário luta na defesa das causas operárias, dos camponeses sem terra, dos estudantes e da juventude.
O político tradicional defende privilégios.
O político revolucionário luta por direitos.
O tradicional faz guerras e destrói o eco-sistema.
O revolucionário luta pela paz e protege o meio ambiente.
O tradicional quer se eleger e perpetuar-se no poder dizendo-se representante do povo.
O revolucionário impulsiona o povo ao exercício pleno da cidadania para que ninguém se diga seu representante.
O político tradicional é chauvinista, xenófobo e defende a globalização.
O revolucionário é solidário, humanista e defende o internacionalismo.
O político tradicional não tem limites: prende, tortura e mata usando o terrorismo de estado para legalizar seus atos.
O revolucionário acredita que só a sociedade legitima suas ações e luta contra o terrorismo.
O tradicional faz guerras e destrói o eco-sistema.
O revolucionário luta pela paz e protege o meio ambiente.
O tradicional quer se eleger e perpetuar-se no poder dizendo-se representante do povo.
O revolucionário impulsiona o povo ao exercício pleno da cidadania para que ninguém se diga seu representante.
O político tradicional é chauvinista, xenófobo e defende a globalização.
O revolucionário é solidário, humanista e defende o internacionalismo.
O político tradicional não tem limites: prende, tortura e mata usando o terrorismo de estado para legalizar seus atos.
O revolucionário acredita que só a sociedade legitima suas ações e luta contra o terrorismo.