sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Encontro Movimento Estudantil secundarista



No dia 25 de Janeiro de 2017, Acilino Ribeiro esteve reunido com a União Brasileira de Estudantes - UBES , União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas de Brasília - UMESB e outras entidades estudantis do Distrito Federal para tratar do Encontro Governo de Brasília e Movimento Estudantil Secundarista que acontecerá no 1° semestre de 2017.

Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura- CONTAG

Diretoria CONTAG 


No dia 25 de Janeiro de 2017, Acilino Ribeiro esteve reunido com a diretoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura- CONTAG (Presidente Alberto Broch),para encaminhamento das demandas junto ao Governo de Brasília, relativo ao 12º Congresso Nacional dos (as) trabalhadores (as) Rurais a se realizar no dia 13 á 17 de Março (2017) em Brasília.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

MÍDIA SEM FRONTEIRAS-Porto Alegre\RS\BR: 22.01.17- Informe nº 15

O Fórum Social Mundial de 2017, denominado este ano de Fórum Social das Resistências, realizado em Porto Alegre entre os dias 17 e 21 deste, teve inúmeras oficinas e painéis dos mais diversos setores sociais entre os mais variados temas.

Um dos mais procurados e participativos painéis foram os que trataram da crise da Esquerda brasileira e mundial, onde tiveram três painéis em três dias diferentes com os auditórios completamente lotados. 
O primeiro realizado na quarta-feira, dia 18 foi promovido pelas Fundações Partidárias do PT, PDT, PSOL e PCdoB, respectivamente as Fundações Perseu Abramo, Leonel Brizola, Lauro Campos e Mauricio Grabois, com o tema <O PAPEL DA ESQUERDA NA ATUAL CONJUNTURA E A UNIDADE DO CAMPO POPULAR>.

Dia 20, na sexta-feira pela manhã, a Ação Educativa e várias outras entidades promoveram um debate com o tema: <AMÉRICA LATINA: Estratégias e Propostas para a Esquerda>; Enquanto a tarde a UNIPOP, o MDD, Instituto João Goulart, Justiça Sem Fronteiras e outros movimentos sociais promoveram o painel sobre <NOVA ESQUERDA: Princípios, Estratégias e Organização da Resistência>, onde contou com a participação de um dos principais articuladores da Nova Esquerda no Brasil, advogado Acilino Ribeiro que abriu o evento e debateu durante duas horas após a palestra que motivou os presentes a lutarem pela unidade das esquerdas.

No FSM\FSR; Colaboração de AHMED KALIL e MILENA TEIXEIRA.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Que tipo de político nós somos?

Existem dois tipos de políticos:  o tradicional e o revolucionário.

O tradicional tem interesses

O revolucionário tem uma causa.

O tradicional 
luta para defender o lucro dos bancos; das grandes empresas, do latifúndio e das indústrias escolares; é o representante dos banqueiros, dos capitalistas; dos latifundiários e dos comerciantes do ensino e da cultura.

O revolucionário luta na defesa das causas operárias, dos camponeses sem terra, dos estudantes e da juventude.

O político tradicional defende privilégios. 

O político revolucionário luta por direitos.

O tradicional faz guerras e destrói o eco-sistema.

O revolucionário luta pela paz e protege o meio ambiente.

O tradicional 
quer se eleger e perpetuar-se no poder dizendo-se representante do povo.

O revolucionário impulsiona o povo ao exercício pleno da cidadania para que ninguém se diga seu representante.

O político tradicional é chauvinista, xenófobo e defende a globalização.

O revolucionário é solidário, humanista e defende o internacionalismo.

O político tradicional não tem limites: prende, tortura e mata usando o terrorismo de estado para legalizar seus atos.

O revolucionário acredita que só a sociedade legitima suas ações e luta contra o terrorismo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Acilino Ribeiro: O Diplomata do Buriti

PERFIL: Considerado uma das mais importantes peças do tabuleiro de poder do Governo Rollemberg hoje, o Subsecretário de Movimentos Sociais e Participação Popular do GDF, Acilino Ribeiro é considerado também um político diferente dos demais de todo o Distrito Federal. Estrategista dos mais hábeis e considerado um homem de Princípios e muito respeitado pela Ética Política que exerce. Diz que não tem inimigos, mas alguns adversários que ainda não conversaram com ele e logo que isso acontecer serão aliados.

Homem de posições políticas nitidamente de Esquerda, mas com fácil transito na Direita e no Centro, e até na Extrema Direita e mais facilmente ainda na Extrema Esquerda, pois conversa e é respeitado por todos, é considerado hoje o mais habilidoso e moderado negociador do governo junto aos movimentos sociais, sindical e grupos populares de manifestantes em toda a história política de Brasília. Diplomático e atencioso nas conversas, mas também duro e sincero no embaralhado jogo das negociações políticas que acontecem diariamente no Palácio Buriti, por ele já passaram das mais fáceis a mais difícil das negociações do governo de Rodrigo Rollemberg, sem que até hoje qualquer das demandas tenha deixado de ser atendidas ou pelo menos tido uma devolutiva, seja ela qual seja o resultado. O que deixa os movimentos sociais satisfeito pela atenção dispensada e aumenta sempre o respeito e a admiração que os mesmos tem pelo trabalho de Acilino Ribeiro. Conforme asseguram diversas lideranças dos movimentos comunitário, sindical, estudantil, de mulheres, ambiental, culturais, dentre outros consultados e que fazem questão de demonstrar sua admiração pelo subsecretário.

Com um passado de luta admirado e respeitado pelos mais diversos setores da sociedade civil, Acilino Ribeiro faz escola em Brasília pelo jeito simples, alegre e humilde de ser, mas também compromissado e determinado de agir. Só dando por encerrado uma tarefa, a qual chama de missão, quando o assunto estar definitivamente resolvido. Segundo ele: “o homem público não tem que se apegar a cargos, tem que cumprir uma missão” e conclui dizendo que “ eu as cumpro, querendo sempre ser útil a Sociedade e não importante para o Estado”. Pessoas próximas a ele dizem que Acilino faz política 24 horas por dia. Já seus adversários, sem qualquer maldade, mas querendo alfineta-lo afirmam que ele tem diversas características e uma das que mais se destacam é que <Acilino quando estar falando está agitando, quando está calado está conspirando>.

Antigo militante da Esquerda Revolucionária brasileira, Acilino Ribeiro é um ex-guerrilheiro e conhecido combatente internacionalista com o título de Comandante da Internacional Revolucionária, um agrupamento de mais de cem organizações guerrilheiras que combateram o imperialismo durante a Guerra Fria e tinha sede na Líbia de Khadafy. Também foi considerado um dos mais ferrenhos e radicais inimigos da Ditadura Militar e que sobreviveu a própria prisão e as torturas e exílio também de amigos e companheiros de luta com quem hoje continua o trabalho por uma Nova Esquerda.

Retornou ao Piauí após a Anistia onde se elegeu Vereador de Teresina em 1982. Foi Secretário Municipal de Assuntos Comunitários, onde apoiou a luta dos movimentos sociais na redemocratização; Lá foi Superintendente do INCRA e considerado o melhor gestor do órgão em toda história do país na época; Presidente do INTERPI – Instituto de Terras do Piauí e Secretário de Reforma Agrário do Governo Mão Santa, onde conseguiu restitui, resgatando para o Estado mais de um milhão de hectares de terras griladas por grileiros os quais ele combateu e ficou conhecido como <O Caçador de Grileiros>. Foi candidato a Senador da República (1998) e a Governador do Estado, por uma Frente de Esquerda, o que o tornou um dos principais líderes políticos do Estado e que muito contribuiu para o desenvolvimento do Piauí em razão dos demais candidatos terem aproveitados várias de suas propostas.

Em Brasília além de Subsecretário de Estado dos Movimentos Sociais e Participação Popular, ajudando ao governador Rodrigo Rollemberg, como um dos seus mais fiéis e leais escudeiros é também professor universitário e um dos mais importantes conferencistas e palestrantes de várias universidades brasileiras. E com diversas Pós Graduações é Especialista e professor de Geopolítica e Estudos Estratégicos; Defesa Nacional e Segurança Internacional; Estudos de Inteligência e Contra Inteligência; Direito Internacional; de Relações Internacionais e de Economia Política. No entanto o que mais gosta é de História dos Movimentos Sociais e das cadeiras de Direitos Humanos e Direito Constitucional.

AVALIAÇÃO: O Subsecretário de Movimentos Sociais e Participação Popular da Casa Civil do Governo de Brasília, Acilino Ribeiro, encerra o ano de 2016 apresentando resultados bastante positivos na gestão da SUBMOP-SARIS-Casa Civil e para o governador Rodrigo Rollemberg.

Com um ano que se iniciou bastante desfavorável ao governo devido à crise econômica que assolou o país e o DF, com muitas greves, passeatas, ocupações de terra, de prédios e vias públicas e manifestações em que alguns momentos pouco tinham haver com o Governo de Brasília mas terminavam gerando demandas a serem atendidas pelo GDF, como foram as mobilizações contra e a favor do impeachment da Presidenta Dilma Rousseff, dentre outras diversas negociações que lhes diziam respeito diretamente com os sem terras, sem tetos, sem empregos, estudantes, parentes de presos, ciganos, índios, líderes comunitários, diversos segmentos trabalhistas dentre inúmeras outras categorias sociais e grupos populares, Acilino Ribeiro avaliou positivo o ano devido ao atendimento em sua grande maioria das demandas e devolutivas apresentadas.

Destacaram-se dentre os avanços de 2016 e alguns a serem concluídos em 2017 a conclusão das propostas a serem apresentadas pelo governador Rodrigo Rollemberg das eleições diretas de Administradores Regionais e para os Conselhos Comunitários das Administrações Regionais que o governador defende a muito anos; os estudos em andamento para o Projeto de Participação Popular e Controle Social, que incluem a criação do Plano e do Sistema Distrital de Participação Popular, além da ampliação das articulações e entendimento com os movimentos sociais através das diversas modalidades de participação, como as Mesas de Dialogo, Roda de Conversas, Conferencias Públicas, Conselhos Participativos, Ouvidorias, etc.

O ponto alto na área social e participativa do governo, segundo Acilino Ribeiro foi a realização do Fórum Brasília Cidadã pensado e articulado pela Prima Dama e Colaboradora do governo Marcia Rollemberg, com um leque de atividades e ações que fazem do GDF uma referência nacional no tema, em especial quanto a questão do Programa de Voluntariado.

Dentro do Fórum também um dos destaques foi a realização do II Encontro Governo de Brasília Movimentos Sociais, com a participação de mais de trezentas entidades e os debates sobre temas da mais alta relevância e a realização paralela dos Diálogos em Rede com diversos setores sócias, como as mesas com os Sem Terras, os Sem Tetos, Familiares de Presos, Mídia Comunitária, Imigrantes, Refugiados e Exilados, dentre outros.

Na perspectiva para 2017 conforme informou Acilino Ribeiro algumas ações já estão sendo programadas mas devem antes passar pelo Planejamento Estratégico da SARIS – Secretaria Adjunta de Relações Institucionais e Sociais, dirigida pelo Secretário Igor Tokarski e com o apoio do Secretário Chefe da Casa Civil Sergio Sampaio, com quem o Subsecretário forma o trio que administra as demandas da Sociedade Civil. Acilino preferiu não adiantar qualquer das ações mas sabe-se que dentre essas estão as Casas Comunitárias, que serão pontos de encontro dos movimentos sociais nas comunidades, o Encontro Paradiplomático do Governo de Brasília com o Corpo Diplomático e os Movimentos Sociais; a realização de cursos de Formação Cidadã, dentre outros que estavam programados para o final de 2016, mas que só acontecerão em 2017.

Homenageado por diversas lideranças de movimentos sociais numa festa de confraternização de fim de ano pelo trabalho desenvolvido em 2016, mesmo com todas as dificuldades financeiras pelas quais passa o governo, Acilino Ribeiro se diz otimista, afirmando que em 2017 o governador Rodrigo Rollemberg fará grandes realizações de cunho político e social e será reconhecido pela população do DF como um dos melhores governadores de sua história.

Durante a realização do II Encontro Popular Governo de Brasilia Movimentos Sociais, realizado na abertura do Fórum Brasilia Cidadã, o governador Rodrigo Rollemberg interagiu em todas as oficinas e paineis tendo saido bastante satisfeito com a participação popular e o avanço do programa de Conterole Social desenvolvidos pela Casa Civil - SARIS e SUBMOP, em sua administração, tendo orientado a seus assessores para o encaminhamento e devolutivas das demandas dos particpantes que compuseram uma plateia de aproximandamente 500 pessoas, representando mais de 300 entidades sociais, entre líderes comunitários, estudantis, sem tetos, sem terras, imigrantes e refugiados, militantes da Mídia Comunitária do movimento de mulheres, parentes de presos e movimento esportivos e culturais do DF.

Por: Katharina Garcia 

LEILA BARROS: Um Quadro político que nasceu nas quadras do povo


Créditos: Fabiano Nery
Leila Gomes de Barros Rêgo, nascida em Taguatinga, filha de Francisco e Francisca, um mecânico e uma dona de casa, sempre demonstrou habilidade e interesse por várias modalidades esportivas. Jogava vôlei no varal de roupas do quintal da sua mãe, mas a sua primeira grande paixão foi o handebol, que em pouco tempo foi deixado de lado devido a insistência da família em dizer que a modalidade tinha muito contato físico.

E desde então o vôlei tomou grande espaço em sua vida. Na escola, o famoso Centrão de Taguatinga, quando então o professor Celso, da Educação Física percebeu um talento especial na garota alta e canhota que se destacava na aula, e a partir dali a brincadeira virou sonho.

Competiu por escolas públicas até conseguir uma bolsa no Colégio Maria Auxiliadora no Plano Piloto. Por ser de família humilde, não tinha condições de arcar com as despesas de estudar longe de casa, assim surgiu uma grande parceira, vista como um anjo em sua vida, a Irmã Stela. Ela ajudava a alimentar não só os seus sonhos, mas também levando marmitinhas durante o período que precisava esperar o início dos treinos.

Um dia surge a grande oportunidade. Foi para Belo Horizonte – MG, contra a vontade de seus pais, com apenas 17 anos, e participou de uma peneira com mais de 2 mil meninas. Foram selecionadas cinco (5) ela foi a quarta. Depois disso, o vôlei nunca mais sairia de sua vida.

Cinco anos depois, jogava sua primeira Olimpíada em Barcelona - Espanha (1992) e nas edições seguintes, Atlanta – EUA, (1996) e Sidney, na Austrália (2000), trouxe as primeiras medalhas de bronze do vôlei feminino para o Brasil. Sua geração desbravadora serviu de grande inspiração para os títulos conquistados anos depois.

Dentro os muitos títulos coletivos colecionados durante sua jornada esportiva, foi considerada a melhor jogadora do Grand Prix de 1996 e 1998, a melhor atacante da Copa do Mundo do Japão em 1996, a melhor jogadora do BCV Cup em 1995, a melhor atleta da modalidade voleibol e melhor atleta feminina do Brasil eleita pelo Comitê Olímpico Brasileiro em 2000.

Em 2001, parou de jogar vôlei de quadra, mas continuou no Rio de Janeiro iniciando sua jornada no vôlei de praia, onde ficou por 2 anos. Na praia, conheceu seu marido Emanuel, campeão olímpico da modalidade com quem tem hoje o filho Lukas de 6 anos.

Com muita disciplina e responsabilidade se destacava em tudo, e assim era sempre considerada a melhor. Leila já era a partir daí, ícone mundial. Uma lenda que inspirava sonhos a uma geração que queria ser como ela. Preocupada com os problemas sociais e ajudando a quem buscava apoio prestava ajuda e solidariedade a todos e todas que queriam construí seus sonhos. Não pensava em política e nunca imaginou entrar para ela. Mas o destino estava traçado. E é nessa entrevista exclusiva aos jornais comunitários do DF, que ela nos recebeu para falar não só dessa sua vida de luta, mas de seus projetos pessoais e políticos, uma vez que a se o esporte perdeu a melhor de seus Quadros, a Política ganha a maior de suas Lideranças e começa a se formar num novo cenário a qual a mesma nunca imaginou.

Como foi para você quando parou de jogar?

Foi difícil. Para todos os atletas é. A rotina de um esportista é muito intensa, vivemos aquilo todo o momento, está no sangue. Quando para, ou você se perde, o que acontece com muitos ex-atletas, infelizmente, porque não existe um trabalho de adaptação, as pessoas não estão preparadas, ou você procura novos caminhos em busca de realização de outros sonhos. Eu estava bem no Rio de Janeiro, morava em Ipanema com o meu marido Emanuel e o filho Lukas, mas queria mais. Eu queria colocar a mão na massa, realizar algo, então decidi voltar de forma definitiva para Brasília, minha cidade. 

O meu desejo sempre foi devolver um pouco do que conquistei para a minha terra, sinto que tenho essa obrigação. Mesmo antes de voltar, já desenvolvia um projeto na área social em parceria com a minha amiga de quadra e de vida Ricarda Lima e um grupo de amigos que também tinha essa mesma vontade, transformar vidas por meio do esporte. Então, quando me estabeleci aqui, fui descobrindo as formas que poderia de algum modo contribuir, e muitos projetos foram se concretizando.

Você trabalhou na Rede Globo, como foi essa experiência?

Com certeza, de muito aprendizado. Tinha parado de jogar há pouco tempo e pude comentar ainda 3 ciclos olímpicos, de Atenas (2004), de Pequim (2008) e Londres (2012). Foi uma experiência incrível, inclusive porque acompanhei meu marido Emanuel durante as competições em que ele foi campeão olímpico e medalhista de prata e bronze. Aprendi muita coisa lá, admiro o trabalho deles e também transmiti um pouco do meu conhecimento adquirido em todos esses anos de carreira no vôlei.

Com essa carreira vitoriosa, ainda tem novos sonhos?

Eu sou uma sonhadora por natureza, (risos) sempre fui. Desde quando molhava meu pãozinho no copo com café lá em Taguatinga com 17 anos, eu acreditava que eu ia conseguir alcançar o meu sonho. E assim fui trilhando meu caminho. Já realizei alguns, como criar um time de vôlei que represente Brasília, eu sempre pensava nisso, pois a cidade ama o voleibol, esse time fazia falta para a cidade. Mas eu e Ricarda, outra amante do vôlei, que jogou as Olimpíadas de Sidney comigo, inclusive que foi considerada a melhor líbero da competição, trabalhamos muito para o início do time.

Por fim, deu muito certo e em seu primeiro ano já participou da Superliga e vem melhorando cada vez mais seus resultados na competição. Atualmente, o time anda com suas próprias pernas, não estamos mais na gestão, pois assumimos outros compromissos, mas com certeza me dá muito orgulho saber que fiz parte desse projeto que traz tanta alegria para a cidade. E hoje trabalho em um dos meus sonhos mais desafiadores, que é ampliar políticas públicas de acesso e desenvolvimento do esporte em Brasília, através do meu trabalho na Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer.

Como está sendo essa sua experiência como Secretária de Esporte, Turismo e Lazer?

Assumi no início de 2015, por um voto de confiança do Governador Rodrigo Rollemberg, que teve a sensibilidade em colocar à frente da pasta uma pessoa oriunda do esporte. Eu saí do esporte escolar, passei pelo alto rendimento e tive a minha experiência como gestora O esporte me preparou para assumir essa função.

O desafio tem sido grande, pois eu e minha equipe nos deparamos todos os dias com as dificuldades da Administração Pública, a ausência de recursos financeiros, humanos e tecnológicos, etc, que não são exclusivas do esporte, claro, mas estamos trabalhando duro para que o acesso aos programas seja democratizado e que as políticas esportivas sejam reforçadas. O esporte me ensinou, entre muitas outras coisas, a ser resiliente. Tenho a certeza de que se algo não der certo hoje, amanhã terei outra oportunidade de tentar novamente. E é assim que trabalhamos na pasta, com persistência e com a certeza de que as políticas que desenvolvemos não servirão apenas para formar atletas de ponta, mas também grandes cidadãos.

Você foi candidata à Deputada Distrital nas eleições passadas. Por quê resolveu entrar para a política?

Sim, quando mudei de fato para Brasília percebi que essa seria uma das formas mais eficientes de ajudar a cidade, pois precisamos de pessoas comprometidas para usar o esporte como ferramenta de transformação social. Primeiro usei o Vôlei para ajudar o Esporte em si, agora quero o Esporte ajudando a cidade como um todo. Tudo passa pela política. Inclusive o Esporte. Se a coisa não se institucionaliza ela não acontece como devia. Por isso que defendo uma Política Pública de Participação Popular e Controle Social para assim vermos as coisas acontecerem da causa ao efeito. Minha candidatura não foi algo pensada muito menos planejada ou financiada. Aliás não teve planejamento nenhum. 

Eu era muito cética com relação a política em si. Sou um ser político mas não fazia política. Não estava dentro dela. No contexto propriamente dito. Decepcionada com os políticos e seus atos e tudo aquilo que víamos na mídia, mas então aquilo foi me chamando a atenção até que um dia me deparei com essa realidade. Disse: Existe um sistema político. Ou seja: assim funciona o sistema, ele existe, então, ou lutamos para fazer as coisas dentro dele ou tentamos mudá-lo. Destrui-lo não vai levar a nada a não ser que tenhamos um melhor para colocar no lugar. Então vamos melhora-lo. Isso é histórico, basta lembrarmos Platão que dizia “O castigo dos bons que não fazem política é ser governados pelos maus” .

Isso nos fez refletir muito e assim lembrar outra frase de Edmundo Burke que diz: “ Para que o mal triunfe basta a omissão dos bons”. Nem eu quero ser governada pelos maus políticos nem poderia cometer o crime da omissão. Então resolvi participar da política e cada vez mais me formar ideológica e politicamente para ser uma bom Quadro Político e uma boa Gestora Pública. Inclusive estudo muito, procuro ler e me formar politicamente para melhor contribuir para a construção do que de mais sagrado tem na política que é a Democracia e suas políticas públicas, lutando por aquilo que acredito, que dentre várias coisas estão a defesa dos Direitos Humanos, a proteção do Meio Ambiente, o respeito a Diversidade Política, Cultural e Religiosa, a luta pela Paz Mundial, onde inclusive essa última é onde o Esporte tem dado uma excelente contribuição, dentre outros projetos que espero desenvolver. Dessa forma eu acho que terminei então me encontrando politicamente. Então me candidatei, andei muito pelas ruas, conheci muitas pessoas que acreditam em mim, e minha história contribuiu, pois trouxe credibilidade a essa candidatura. Fiz a campanha com 18 mil reais e consegui 11.125 votos, tornando-me a primeira suplente.

Até pensei que esse não era o momento ideal para se entrar na política, pois eu via a descrença no rosto das pessoas. Então lembrava daquilo que explanei acima e via que isso não podia me paralisar, mas me mover. Ou seja, também não podia só aceitar a tristeza das pessoas pelo mal que muitos estavam fazendo que era politicagem e não política. Aí vem outra lição que podemos aprender com Martin Luther King que diz: “ Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele”. Aí, eu como libriana (risos), que coaduna teoria e prática, harmonia e rebeldia, a balança do poder, não poderia ficar parada. Assim entrei na política. “Não para ser importante, mas para ser útil” como diz um revolucionário que conheci. E quanto ao cargo de Secretária é isso: estou aí para oferecer trabalho a minha cidade e mostrar que é possível sim que haja mudanças positivas com honestidade e amor.

Você tem o esporte agora como hobby e a política como ideal, e depois do que você disse acima podemos ver que você é uma pessoa muito preparada para o exercício de qualquer cargo. Não parou de estudar e busca cada vez mais se aperfeiçoar. Você é candidata novamente a Deputada Distrital?

Veja bem: eu não quero ser nunca candidata de mim mesma a qualquer cargo público, eu quero sim, ser candidata com todos, do coletivo, a fazer um trabalho político. Se isso implica em ter um mandato, naturalmente isso será avaliado pelas pessoas e então participaremos do processo. Eu costumo não me apresentar, mas cooperar num projeto o qual acredito. Por isso não posso te afirmar se sim ou não quanto a uma candidatura, até porque isso não é um projeto meu, mas de um coletivo, de um grupo social. Sou apenas a mais conhecida do grupo, talvez por isso falem mais no meu nome. Só isso. 

E eu posso até defender minhas ideias, mas tenho que lutar por uma causa. E essa é a causa popular. Uma candidatura, com esse aprendizado que estou tendo, e tenho humildade para admitir isso e o faço com a pureza ideológica que busco manter, implica dentre outras coisas antes de assumi-la perguntar: O que vamos defender? Qual nosso Plano de Metas? Nossas estratégias? E os princípios? Esses são inegociáveis e são acima de tudo o que nos movem. Princípios e propostas. Aí poderemos começar a pensar na candidatura. Claro que agora não deixo de fazer política, mas tem política e politicas, políticos e políticos. E a política não se resume a busca do voto. E como disse: antes da carreira política tem o trabalho político, pois “só tem moral para construir o futuro quem teve coragem para lutar no passado”. Essa é minha tese.

Você está mais para filosofa do que para política (rsrsrs). Nesse contexto Leila e sabendo que você tem uma legião de fãs, milhares de pessoas que te admiram e buscam defender o que você pensa, pois você também é uma formadora de opinião, você sabe que o que você fala aqui outras pessoas vão fazer, ler, assistir. Como se dá essa sua formação política e como você encontra tempo pra tudo isso?

Pois é, como eu disse sou muito disciplinada. Isso ajuda muito. Segundo; a primeira coisa é saber administrar o tempo. Isso também é questão de gestão. Você tem que ser um bom gestor. E quem sabe administrar o tempo administra qualquer coisa. Tenho uma boa equipe que me ajuda muito nisso. E como você disse no começo, ao parecer mais filosofa do que política (risos) depois que me descobri politicamente busco agora me formar ideologicamente e desenvolver ações políticas que se coadunem tanto com a necessidade de sobrevivência do povo como com a minha capacidade de gerir essas políticas. E parafraseando outro grande filosofo; não vamos só interpretar o mundo, vamos muda-lo. Esse é nosso papel.

Peço a Deus que só me dê poder se for para fazer o bem. E é na leitura, no cinema, na música que encontramos também inspiração. Quantos livros, filmes, documentários e músicas não vimos e assistimos e isso mexe com a gente? Eu tenho pouco tempo mas busco me atualizar. Mas também tenho cuidado com o que ouço, assisto e vejo. Não devemos aceitar tudo sem antes fazer uma reflexão, uma análise de conjuntura. E responder vendo qual estratégia sem no entanto mudar nossos princípios. Esses como disse acima são inegociáveis. Acho que estudar Política, Filosofia, Sociologia, Ética, História, Teologia, Economia dentre outras formas de conhecimento que lhe permite fazer uma análise profunda da realidade só lhe ajuda. Até porque para uma boa pratica, é necessária uma boa teoria. Não existe pratica democrática sem teoria democrática. Por isso a necessidade de ser ter formação política.

E como você consegue conciliar a sua vida pública e familiar?


Separo bem os papeis. O trabalho me exige muito, mas não abro mão de estar com a minha família. Tenho um filho de 06 anos, o Lukas, que tem uma energia (rsrsrs), e minha dedicação é total, amo estar com ele. Tenho também meu enteado Matheus, um jovem que nos enche de orgulho. Sou casada com o Emanuel, ele é maravilhoso, além de ser um ótimo pai, é um companheiro incrível, aprendo com ele todos os dias, sua história e seu modo de ver a vida são inspiradores.

Ele é merecedor de todo o reconhecimento que tem, pois é trabalhador e dedicado, tenho grande admiração. Como sou daqui, grande parte da minha família mora no Setor “O”, sempre que tenho oportunidade vou visitá-los e receber todo o carinho do colo das tias e primas. Já meu irmão Marcelo não mora em Brasília, mas temos uma ligação muito forte, é um grande amigo. Apesar da vida movimentada que levo, faço tudo com muito prazer. A minha família é a base tudo!!!

Que avaliação você faz de 2016 e quais planos para 2017 ?

Quanto a 2016 foi um ano que podemos dizer que consagramos uma etapa dessa luta. Tivemos muitas atividades locais e apoiando de sobremaneira o esporte no DF, em todos os seus ramos, mas principalmente o esforço feito por todos para o sucesso dos grandes eventos nacionais como as Olimpíadas, Paraolimpíadas, os Jogos Abertos, dentre outros que conseguimos coadunar com a agenda local e o reconhecimento quanto a estes que beneficiou a população tanto a nível de lazer como econômico, trazendo o reconhecimento para Brasília como capital de uma cultura de paz, do diálogo e da participação popular. Já no que diz respeito a 2017.: apesar das dificuldades financeiras do governo estamos otimistas e planejando, dentro da realidade econômica muitas atividades. Muito apoio ao esporte e principalmente parcerias que venham a construir uma perspectiva de retorno imediato e de inclusão das camadas sociais que labutam no seu dia a dia e precisam de uma política pública esportiva que lhes atendam a sua necessidade somado a sua capacidade de luta e lazer.

Por: Gisele Bel

terça-feira, 4 de outubro de 2016

CONVITE 
 Encontros Municipais 
da 
NOVA ESQUERDA
Dia 08 DE OUTUBRO 2016 
 SABADO - das 09 às 13 h ou 14 as 18 h
 Em todo o Brasil
A realizar-se nos 5.570 municípios brasileiros e em Brasília DF



CARTA CONVITE ao POVO BRASILEIRO


       Mais uma vez a Esquerda brasileira é criminalizada e seus líderes levados à execração pública pelas forças mais reacionárias a serviço do fascismo e do nazismo, aliados do imperialismo agindo agora para implantar uma nova ditadura como o fizeram em 1964. O golpe foi dado e o processo se consolida com amplo apoio das instituições do Estado e seus serviçais; através de bandidos infiltrados nos poderes da República;
       Assim nós sobreviventes da utopia revolucionária, combatentes na luta por justiça e liberdade em nosso país, e dispostos a nunca mais aceitar que aqui se implante uma ditadura, com o objetivo de construir o Poder Popular e implantar a Democracia Direta, levamos ao povo brasileiro a proposta de construção da Nova Esquerda, como ESPAÇO de INTEGRAÇÃO, ARTICULAÇÃO e de FORTECIMENTO das Forças Progressistas e Revolucionárias do Brasil.
        Nessa Carta Convite daremos apenas as instruções do que queremos, iniciando por sugerir-lhe a leitura de nossos documentos básicos, em ordem cronológica abaixo publicados: Apresentação; Protocolo; Manifesto; Plataforma de Luta e Informes Extras; onde expomos Quem somos; O que queremos e Como trabalharemos;
       Desta forma e pelo que expusemos nos Documentos Políticos; e considerando o dia 08 de outubro como o Dia Internacional da Nova Esquerda; e por uma histórica coincidência também dia da morte do Grande Líder Revolucionário, CHE Guevara;  CONVIDAMOS-LHE e a seus companheiros e companheiras de luta, que acreditam na DEMOCRACIA  como valor universal e a luta em defesa dos Direitos Humanos, do Meio Ambiente, da Paz Mundial, das Liberdades Democráticas e da Diversidade Política, Religiosa e Cultural, a se somar conosco nesse momento em que a Esquerda é perseguida, alguns se desanimam e outros até desistem, a ERGUER a cabeça, ESTUFAR o peito e dizer: Ousar lutar. Ousar Vencer. VENCEREMOS.
     Vamos repensar, reorganizar, rediscutir e reconstruir a ESQUERDA. Seremos uma NOVA ESQUERDA, sem dogmas, sem sectarismos nem esquerdismo.  Uma Nova Esquerda colorida e combativa, ajudando aos partidos de esquerda e movimentos sociais nas articulações e integração de suas bases e de seus dirigentes. 
      Também esse apelo lhe chega no momento em que uma nova conjuntura se instalou no país. Após o golpe contra a democracia e uma semana depois das eleições do dia 02 de outubro desse ano. É o momento oportuno para uma AVALIAÇÃO e o PLANEJAMENTO de novas ações políticas, locais, no seu Estado e no Brasil.
         Assim após a leitura dos documentos onde você entenderá o que é a Nova Esquerda pedimos-lhe que: - 1 - Converse o assunto com o maior número de amigos e amigas, líderes políticos progressistas, sindicais, comunitários, estudantes, movimento de mulheres, culturais, esportivos, ambientalistas religiosos, partidários e demais pessoas que gostam de política e sejam éticos e honestos;
- 2 - Comunique-lhe que está surgindo no Brasil uma nova forma de se fazer política, através da Nova Esquerda e que esta correspondência está sendo enviada para os 5.570 municípios brasileiros e no mínimo para dez pessoas em cada cidade, através de EMAIL para sindicatos de trabalhadores rurais, sindicatos de servidores públicos municipais e estaduais, associações de moradores, grêmios estudantis, centros acadêmicos, grupos culturais, de teatro, música, times de futebol, de Idosos, etc e que em sua cidade outras pessoas esperam também se falarem entre si para iniciar esse trabalho; Ao final teremos enviado HUM MILHÃO de mensagens e assim acreditamos atingiremos nosso objetivo. E para isso esperamos contar com você. Ao terminar de ler, comece a articular a reunião para o dia 08 de outubro. - 3 - Esperamos que você e os demais se encontrem, se articulem e se reúnam dia 08 de outubro próximo e conforme orientação anexa a este documento, com PROGRAMAÇÃO sugerida formem em seu município o Espaço da Nova Esquerda; e assim encontrem uma nova forma de fazer política; - 4 – Com certeza os chefes políticos de seu município não gostarão da ideia, pois perderão espaço, mas chame as bases de todos os partidos de esquerda; incentive-os a só fazerem coligação entre os partidos de esquerda, aos movimentos sociais a se unirem contra os pelegos e dirigentes atrasados; e até a se insurgirem contra os dirigentes de seus respectivos partidos e tomarem os partidos afastando as direções pelegas e atrasadas; -  5 – Marquem reuniões, conversem sobre a Nova Esquerda, façam protestos de ruas, rebelem-se contra o atraso, o peleguismo e o isolamento de dirigentes que usam os partidos para se beneficiar e as entidades para se enriquecer; - 6 – Usem a INTERNET, denuncie os políticos corruptos de sua cidade, mandem para o nosso EMAIL ou usem nosso BLOG ou nosso FACE;
 Abaixo estamos-lhe enviando os LINKs e endereços de nossa rede social, e esperamos breve receber notícias sua de que o Encontro Municipal da Nova Esquerda em sua cidade foi um sucesso. E assim logo enviarmos-lhe as instruções para o Encontro Estadual da Nova Esquerda a se realizar na capital de cada estado brasileiro até o final do ano. E com a perspectiva de nos encontramos pessoalmente no grande Encontro Nacional da Nova Esquerda que acontecerá no início de 2017.
Fraternalmente com o abraço do
Coletivo Nacional de Articulação e Integração da Nova Esquerda; BRASIL;
Dia 02 de ourtubro FORA TEMER : VOTE CONTRA O GOVERNO.




ENDEREÇOS para CONTATO:
FONES:  61.99551.9277 e\ou 98331.5586;     -   


BLOG  -  http://novaesquerdaerevolucaocidada.blogspot.com.br,

FACEs
Nova Esquerda NE ou o LINK -  https://www.facebook.com/profile.php?id=100012939993543,   
NE - Nova Esquerda ou o LINK -  https://www.facebook.com/novaesquerdane/?fref=ts



APRESENTAÇÃO

                  Desde a queda do Muro de Berlim, a dissolução da União Soviética, e a crise no Leste Europeu a Esquerda mundial vem passando por uma crise interminável que requer uma postura atenta e critica neste processo. Ao mesmo tempo outras formas de luta surgiram e grandes líderes apareceram. Mesmo assim a Esquerda não encontra uma alternativa. No que pese grandes avanços e conquistas da classe trabalhadora e a implementação de derrotas ao imperialismo e ao sionismo, muitas vezes o sectarismo, o esquerdismo, e suas formas de doença infantil (LENIN) e o estrelismo de alguns dirigentes tem provocado rachas em grupos e atrasos em políticas a serem implementadas pela Esquerda. A questão é saber o que nós, provenientes do pensamento de e da Esquerda queremos. Para onde vamos e onde queremos chegar. Com quem e para que. “O que fazer? ”
        Debater nosso papel no mundo atual, rediscutir esse protagonismo, renovar seus Quadros e reorganizar a luta, através de novas estratégias, é nosso maior desafio. Pois os Princípios Éticos e Morais continuam os mesmos. Esses, são e serão sempre inegociáveis.
         No Brasil, passamos por uma crise desafiadora. É necessário debatermos essas causas, pois as consequências nós testemunhamos. Tanto que ao convocarmos estes ENCONTROS POPULARES, onde estamos convidando intelectuais, professores, jornalistas, estudantes, líderes de movimentos sociais e dirigentes partidários, lideranças de vários movimentos, pela Paz Mundial, os Direitos Humanos, do Meio Ambiente, Negritude, LGBTs, Mulheres, Idosos, e demais combatentes, de todas as matizes políticas, mas somente com raízes ideológicas na Esquerda, o fazemos imaginando o que chamamos de Esquerda Arco-Iris.
        Uma Esquerda, como já dissemos antes, com suas diversas matizes: VERMELHA (histórica e marxista, revolucionária e Internacionalista); VERDE (eco-socialistas, eco-comunista ou ecomunistas, anarco-ambientalistas, ecologistas e
ambientalistas das mais diversas tendências); LILÁS (Advinda dos movimentos de Mulheres, Lgbts e militantes de políticas afirmativas de Gênero); AZUL (com humanistas e pacifistas, militantes de todos os  movimentos pela Paz Mundial, Direitos Humanos, Solidariedade Internacional,); ANIL (Uma Esquerda Libertária de conotação anarcosocial, simpatizantes que vão da Comunidade de Madre Teresa de Calcutá aos ativistas Black-Blocs, Vegetarianos, e na defesa das etnias e dos povos originários;) AMARELA (intelectuais, professores, estudantes, jornalistas e profissionais liberais comprometidos com a luta; LARANJA (sociais democratas; liberais democratas, democratas cristãos, esquerda independente, e todos os movimentos nacionalistas e patriotas anti-imperialistas, assim como os progressistas de todos os partidos, os esquerdistas perdidos nos partidos da Direita, etc|);
        Com este espectro plural iniciamos a construção de uma grande Frente Ampla Revolucionária, de Unidade Popular, onde possamos encontrar o caminho a seguir nas origens perdidas do tempo.
       Precisamos rediscutir, renovar, recriar, refundar, repensar e reorganizar a Esquerda nesse grande projeto chamado NOVA ESQUERDA e assim construirmos a REVOLUÇÃO CIDADÃ.
        Uma Esquerda sem dogmas nem sectarismos, combatendo o esquerdismo, construindo o Poder Popular e a Democracia Direta como valor universal. E para rebater as críticas precisamos debater e fazer a autocritica. Buscar os pontos de convergência. E não remoendo divergências. Nosso inimigo é a Direita. É ela que temos que derrotar e não a nós mesmos. Assim, em todos os recantos do Brasil, convide os demais companheiros de luta de todos os partidos de Esquerda e reúna-se para reconstruir o Brasil e um Novo Mundo.
Viva a Nova Esquerda. Salve a Nova Internacional. Leia
com atenção documentos anexos. O Povo Vencerá.
Compareça e leve um amigo e uma amiga. Venha construir a Esquerda multicor. 
                                                       
                                                             
                                 PROTOCOLO DE REGRAS BÁSICAS
                                                                                           

OJETIVOS E FINALIDADES;
A NOVA ESQUERDA, doravante e publicamente assim conhecida, constituída de forma voluntária é um Espaço Político ideologicamente supra e pluripartidário, que tem como objetivo congregar e integrar todos os setores da esquerda brasileira, dos mais diversos partidos progressistas, movimentos sociais, organizações populares, redes e coletivos, para dentro de uma estratégia pré-estabelecida, se consolidar como movimento teórico e ideológico de ampla atuação de massa no país em defesa da Democracia como valor universal e na construção do Socialismo como modelo de desenvolvimento. Agindo como espaço facilitador nas articulações destes e mobilizador das campanhas e causas populares como e onde puder ajudar, sem hegemonia nem vanguardismo; e tem como finalidade lutar para a construção do Poder Popular e a implantação da Democracia Direta; construindo mecanismos de Participação Popular, de Controle Social e de Desenvolvimento Sustentável.
PRINCÍPIOS E ESTRATÉGIAS;
A Nova Esquerda norteará sua ação pelos Padrões Morais e Princípios Éticos do Socialismo Libertário, do Humanismo Revolucionário e do Internacionalismo Solidário; tendo como Propostas de Luta a defesa dos Direitos Humanos, do Meio  Ambiente, da Paz Mundial; do Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável; da Radicalidade Democrática e Participativa; da Defesa Nacional e da Segurança Internacional; da Democracia Global e da Autodeterminação dos Povos; Uma Política de Gêneros e Étnica Ampla e Democrática no respeito a Diversidade Política, Cultural e Religiosa; e  Políticas Públicas Participativas; buscando atuar da forma mais democrática possível para a construção de um Governo Popular, Revolucionário, Socialista, tendo como meta a Revolução Cidadã.
FORMA DE ORGANIZAÇÃO;
A Nova Esquerda se estruturará através de Núcleos de Estudo e Trabalho e será coordenado por um Coletivo Social e estes formarão uma Rede Popular e Supra pluripartidária; que terá sempre suas discussões resolvidos de forma consensual. Doze pessoas formam um Núcleo, doze Núcleos formam um Coletivo, doze Coletivos formam uma Rede e as Redes se autocostituem simultaneamente em Teias que se completam.
COMPOSIÇÃO E MEMBROS;
A composição será livre e voluntária e seus membros terão direitos e deveres iguais, nos debates e nas instancias de deliberação, que serão basicamente as acima citadas. Não somos nem seremos partido ou organização orgânica, mas um espaço de integração, articulação e fortalecimento destes.
REGRAS BÁSICAS DE ATUAÇÃO;
As ações da Nova Esquerda se darão através de Reuniões, Encontros, Plenárias, Conferencias e Congressos, quando se tratar de Política de Organização; através de Mesas de Conversas, Aulas e Palestras, Ciclos de Debates; Mostras de Cinema, Cursos de Formação; Seminários e Fóruns, quando se tratar de Política de Formação;  de Fóruns Sociais, Plenárias Populares e Articulações Partidárias quando se tratar de Política de Mobilização; Por Avisos, Comunicados e Circulares através de Redes, quando se tratar de Política de Comunicação; e através de ações solidárias, festas suprapartidárias, inter setoriais e populares quando se tratar de Política de Logística;    Outras políticas necessárias e que eventualmente surjam serão objeto de deliberação do Coletivo Operacional e as pessoas terão liberdade d ação;
FUNDAMENTOS TEÓRICOS;
Os fundamentos teóricos da Nova Esquerda encontram-se baseados nas seguintes ideias:
A – Nos Princípios Ideológicos, nas Doutrinas Políticas e Programas Partidários dos grandes filósofos, líderes e estrategistas revolucionários, Humanistas e progressistas da humanidade e também dos partidos de Esquerda e movimentos historicamente comprometidos com as lutas sociais.
B – Nas grandes escolas filosóficas e políticas da humanidade, tendo como referência a Escola de Frankfurt e seus teóricos e pensadores;
 C – Os textos produzidos e\ou reproduzidos pela NOVA ESQUERDA após leitura e deliberação de seus membros, aprovados por seus Coletivos PLANO DE AÇÃO;
1. Reunião de articulação e apresentação dos membros fundadores da NE;
2. Reunião Geral com convidados para divulgação da NE.
3. Criação dos Grupos no WATZAP; do EMAIL, o BLOG e o FACEBOOK;
4. Programação de Estudo e Trabalho e o Calendário de Atividades anual;
5. Contatos com movimentos sociais, partidos políticos, universidades e pessoas formadoras de opinião para o fortalecimento da ideia da NE.
O Povo Vencerá.

  
           MANIFESTO
                                                                                            
                   A velha e combativa, mas gloriosa Esquerda mundial, especialmente latino-americana e em particular a brasileira, precisa se reorganizar. Refundar-se. Se reconstruir. Se renovar. Tentar se recriar, repensar seus conceitos e rediscutir seus dogmas para se recompor. Isso acontecerá no processo de discussão que vamos implementar. Sem dogmas nem sectarismos. E a hora de reagir e agir é agora. O sonho não acabou. A luta continua. Ressurgir das cinzas. Como Fênix. E vencer.       
        Essa Nova Esquerda não tem a pretensão do monopólio político. Tampouco do protagonismo partidário. Até porque não somos nem seremos um partido. Somos um Espaço Político de integração e fortalecimentos da Unidade Popular. E não seremos uma associação cartorial nem partido político pautada pela burocracia do Estado, mas sim pela necessidade de sobrevivência do povo somado à capacidade de mobilização da Sociedade. Não temos nem teremos caciques. Somos todos iguais, livres, independentes, e organizados através de redes e coletivos, horizontalizados e politizados na defesa das conquistas históricas da humanidade, como: a defesa dos Direitos Humanos, a proteção do Meio Ambiente, a luta pela Paz Mundial, a defesa da Soberania Nacional; da Diversidade Política, Religiosa e Cultural; das Liberdades Democráticas; da Solidariedade Internacional e do Internacionalismo Revolucionário; apoiando a Unidade Popular, as Frentes Revolucionárias e as Alianças de Esquerda, numa Frente Única Anti-Imperialista e qualquer movimento que venha a unir as forças progressistas e revolucionárias das comunidades locais, das sociedades e da humanidade.
    Sob os escombros do Muro de Berlim, da dissolução da União Soviética e dos golpes que a Direita impôs ao Brasil sob tutela do imperialismo, a Esquerda tem que admitir: Erramos. Por isso perdemos. Perdemos uma batalha, mas a guerra ainda não acabou. E venceremos. E o primeiro passo para renascer e vencer é dizer: Estamos prontos a voltar. Desta vez, sem dogmas, sem sectarismos, sem esquerdismos. Assim já e um grande passo para acertamos o caminho da volta. Com uma profunda e fraterna autocritica, humildade e sem políticas hegemônicas autoritárias nem saudosismos populistas ou justificativas criminalizantes ou patrulhescas. O que fizemos, fizemos. Tudo com um objetivo. O bem da humanidade e de nosso país. Porém, mais que criticar a Direita devíamos tê-la combatido, e não a ela se aliado. Essa é a primeira autocritica. Assim devemos encontrar o caminho da reconstrução.
            Ganhar com a Esquerda e governar com a Esquerda. Lembrando sempre que a Direita é que é inimiga. E também a grande inimigo e mal da humanidade.
          Não vamos construir uma hegemonia partidária, muito menos pensamos em querer ter o monopólio da Esquerda. Viemos para dialogar entre nós mesmos e termos um caráter hegemônico sim, ideológico, mas também democrático e participativo. Muito menos vamos substituir esse ou aquele partido, movimento, organização ou grupo político, mas apenas exercer a missão revolucionaria de sermos um grupo facilitador do entendimento entre as diversas correntes de Esquerda, encontrando alternativas para a convergência política de um grupo ideológico combativo. Aí sim, hegemônico, que historicamente foi perseguido por sua luta em favor do povo e agora precisa sistematizar seus pontos de convergência e não ficar remoendo divergências. Pontos políticos estes que se aprofundam pelo sectarismo dos que se filiam aos partidos de Esquerda por interesses pessoais, do estrelismo de alguns dirigentes sem causa e do esquerdismo dos equivocados sem formação política.
       Essa relação entre a Velha e a Nova Esquerda vai se formando na experiência acumulada dos militantes históricos e dos novos Quadros que surgirão, através de cursos de formação política e da integração partidária que esperamos promover. Estamos aqui para ocupar um espaço como alternativa de apoio ao entendimentos entre aqueles que querem continuar a luta pelos ideais humanitários do socialismo. E promover uma Esquerda sem os ranços históricos do sectarismo do passado. Apoiando a luta pela construção do Poder Popular e a implantação da Democracia Direta. E para isso é necessário admitirmos a urgente necessidade de revermos velhos conceitos, antigas estratégias, equivocados dogmas fundamentalistas e valorizarmos novos paradigmas.
           Não podemos querer construir um Novo Estado sem antes construirmos uma Nova Sociedade. E isso não será possível com uma juventude envelhecida, um sindicalismo pelego, uma luta comunitária partidarizada, um ambientalismo despolitizado e uma pseudo-esquerda comprometida com o atraso, o dogmatismo, o esquerdismo e o sectarismo. É preciso uma Nova Juventude, rebelde e revolucionária, um Novo Sindicalismo, de base e unitária, uma Nova Luta Comunitária, descartorizada e de massa e um Novo Ambientalismo, internacionalista e patriótico. Uma Nova Esquerda com princípios originários no marxismo, sim,  mas também laica, entendendo que este é dinâmico, e, portanto, não pode permanecer estático em suas estratégias. Essa se dar conforme a conjuntura e dependendo de sua estrutura.
        Os movimentos sociais e partidos políticos antes de desejarem construir um Estado Democrático, devem democratizar suas próprias organizações derrubando a burocracia e o autoritarismo que lhe são peculiares. Acabando o aparelhamento das entidades e chamando a massa para participar do processo de escolha de seus dirigentes, de forma direta e democrática. Promovendo eleições diretas para as direções das centrais sindicais, nas organizações estudantis e dos conselhos e organizações comunitárias e sociais de caráter local, regionais e nacional. Pois tanto como Princípio como por Estratégia essa será a única forma de mobilizar a sociedade e faze-la conhecer e discutir seus problemas e seus porta-vozes, assim como leva-los a defende-los. É melhor errar com o povo que acertar sem ele, pois este só lembra-se do que participa. Temos que nos dedicar a educação do povo e fazer do trabalho voluntário um hábito, e deste uma cultura, entendendo que o militante não tem função, tem missão, e que o importante na vida deste não é ele ser importante, mas ser útil. Que a diferença entre nós e os políticos tradicionais e profissionais é que eles querem fazer negócio, nós queremos fazer política. Que eles têm preço, e nós temos valor. Esse é o militante da Nova Esquerda, que não quer fazer carreira política, mas trabalho político.
         Essa Nova Esquerda, multicolorida como o Arco-íris, não é um sujeito ungido, muito menos um objeto de uso, desse ou daquele partido, dessa ou daquela organização, mas um movimento de massa autodirigido de forma democrática, se renovando a cada dia nos princípios do Internacionalismo, da Cidadania e da Diversidade; norteado por Padrões Morais Revolucionários e Princípios Éticos Socialistas. Se manifestando no dia a dia, nas ruas e nas redes, contra a homofobia, o racismo, o sionismo, o terrorismo, a intolerância e a criminalização dos movimentos sociais e partidos políticos. Lutando pelo o Internacionalismo Humanitário, o Socialismo Libertário e a Solidariedade Revolucionária. Pelo Desenvolvimento Econômico, as Liberdades Democráticas e a Justiça Social. Tendo a Democracia como valor universal e a Felicidade como objetivo de vida. Esses são nossos valores. Construir o Poder Popular. Implantar a Democracia Direta. Conquistar a Democracia Global.  Que Viva a Nova Esquerda. Salve a Nova Internacional.
O Povo Vencerá!
                                                            
                                                                
                                                PLATAFORMA DE LUTA

Toda luta para se desenvolver deve ter uma Organização, sua Ideologia e seu Projeto. Estes são pontos básicos de qualquer ação a ser implementada. A Nova Esquerda como Espaço político e de intergação, fundamentado nos princípios éticos e morais da Revolução Cidadã, do    Internacionalismo Humanista, da Solidariedade Revolucionária  e do Socialismo Libertário apresenta como sugestão para o debate, e posteriormente  apresentação de uma proposta para o Brasil os seguintes pontos: NACIONAL:                     1. Reforma Política c\ Participação Social e criação do Poder Popular 2. Reforma Institucional, Orgânica e Administrativa nos 03 Poderes; 3. Reforma Tributária e Federativa 4. Reforma Agrária e Urbana com Justiça no Campo; 5. Reforma Sindical e Social com Participação Comunitária; 6. Criação do Fundo Popular dos Movimentos Sociais (tal como o Fundo Partidário e Sindical); 7. Redivisão Territorial do país de acordo com os objetivos estratégicos nacionais e não das oligarquias e do imperialismo; 8. Redução de 50% do número de parlamentares federais, estaduais e municipais, como também corte do número altíssimo de assessores e implantação do salário profissional; do expediente único, do residencial e a criação de dois expedientes com carga horária de seis horas para cada um, sem acumulo; 9. Uma política de Integração para a América Latina; com Eleições Diretas para o PARLASUL; criação da OTAS Organização do Tratado do Atlântico Sul; assim como o fortalecimento imediato do MERCOSUL, da UNASUL e do BRICS; 10.  Uma Política Externa Independente, Anti-Imperialista, voltada para o fortalecimento dos órgãos de integração econômica do Terceiro Mundo, e dos mecanismos de defesa de Segurança Internacional e da Paz Mundial.  LOCAL – DF:    1. Convocação de uma Assembleia
Distrital Constituinte para o DF; 2.  Eleição Direta dos Administradores Regionais e criação dos Conselhos e\ou Câmaras Comunitárias; 3.  Implantação de uma Política de Participação Social com um Sistema e um Plano Distrital de Participação Popular; 4. Implantação de um IPTU progressivo, com reajuste de zero a 100 por cento, conforme a área; 5. Reforma Orgânica, Administrativa e Institucional nos 03 poderes do DF;
       A construção das políticas acima citadas se dará através de uma Frente Ampla de Unidade Popular com uma Frente Política-Eleitoral dos Partidos de Esquerda e de uma Aliança dos Movimentos Sociais e Sindical, com o objetivo de se construir novas políticas com novos atores e um novo poder: O Poder Popular. Este com a institucionalização dos Congressos Populares, sem prejuízo da criação das Câmaras e\ou Conselhos Comunitários. E vice-versa.
          Verdadeiramente, democrático, socialista e revolucionário. Com base nos princípios éticos e padrões morais que a Nova Esquerda busca e está tentando implementar.  Construindo na pratica a Democracia Direta.
O Povo Vencerá.

 A INTERNACIONAL

De pé, ó vítimas da fome!   De pé, famélicos da terra!  Da ideia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra. Cortai o mal bem pelo fundo! De pé, de pé, não mais senhores! Se nada somos neste mundo, Sejamos tudo, oh produtores!
Bem unido façamos, Nesta luta final, Uma terra sem amos A Internacional
Senhores, patrões, chefes supremos, Nada esperamos de nenhum!   Sejamos nós que conquistemos; A terra mãe livre e comum!  Para não ter protestos vãos, Para sair desse antro estreito, Façamos nós por nossas mãos; Tudo o que a nós diz respeito!
Bem unido façamos, Nesta luta final, Uma terra sem amos; A Internacional
Crime de rico a lei cobre, O Estado esmaga o oprimido.   Não há direitos para o pobre, Ao rico tudo é permitido.   À opressão não mais sujeitos!   Somos iguais todos os seres.   Não mais deveres sem direitos, Não mais direitos sem deveres!
Bem unido façamos, Nesta luta final, Uma terra sem amos, A Internacional
Abomináveis na grandeza, Os reis da mina e da fornalha, Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha!  Todo o produto de quem sua, A corja rica o recolheu.  Querendo que ela o restitua, O povo só quer o que é seu!
Bem unido façamos, Nesta luta final, Uma terra sem amos, A Internacional
Nós fomos de fumo embriagados, Paz entre nós, guerra aos senhores!  Façamos greve de soldados!  Somos irmãos, trabalhadores!  Se a raça vil, cheia de galas, Nos quer à força canibais, Logo verá que as nossas balas, São para os nossos generais!
Bem unido façamos, Nesta luta final, Uma terra sem amos, A Internacional
Pois somos do povo os ativos, Trabalhador forte e fecundo.   Pertence a Terra aos produtivos; Ó parasitas deixai o mundo Ó parasitas que te nutres, Do nosso sangue a gotejar, Se nos faltarem os abutres, Não deixa o sol de fulgurar!
Bem unido façamos, Nesta luta final, Uma terra sem amos, A Internacional


VENCEREMOS 
 Hino da Unidade Popular Revolucionária 
NOVA ESQUERDA

Deste fundo que é o sol da Pátria \ Se levanta o clamor popular   \ Já anuncia a nova alvorada \ Todo o povo começa a cantar. \ Recordemos ao soldado valente   \ Cujo exemplo o fizera imortal   \ Enfrentemos primeiro a morte \ Trair a pátria jamais;
VENCEREMOS, VENCEREMOS   \ Mil correntes haverão de romper   \ 
VENCEREMOS, VENCEREMOS
A miséria sabemos vencer. \ Camponeses, soldados mineiros.   \ A mulher da Pátria também   \ Estudantes, funcionários e operários. \ Cumpriremos com o nosso dever.   \ Semearemos as terras de glória   \ Socialista será o porvir \ Todos junto seremos a história   \ A cumprir, a cumprir, a cumprir.   VENCEREMOS...


Calendário de Atividades

4º Trimestre de 2016 – Outubro – Novembro e Dezembro;

1. Reunião de Organização dos Encontros Municipais, Estaduais e Nacional da NE;
2. Encontros Municipais da NOVA ESQUERDA;
3. Encontros Estaduais da NOVA ESQUERDA;
5. Encontro Temáticos e Populares da NE – (Cultural – Ambiental – Comunitário, Sindical, 
     Mulheres, Juventude, Idosos, Comunicadores, Camponeses, LGBT, etc);

1º Trimestre de 2017 – Janeiro – Fevereiro e Março;
1. Encontro Nacional da NOVA ESQUERDA – Porto Alegre, durante o FSM;
2. Seminário Nacional de Organização e Formação Política, no DF;
3. Feira Cultural e da Utopia da NOVA ESQUERDA;


Coletivos de Luta já organizados no BRASIL

AMBIENTALISTAS (Ecologistas, Naturalistas, Verdes, Ambientalistas em geral)
COMUNICADORES; (Jornalistas, Blogueiros, Radialistas, Fotógrafos, Repórteres)
COMUNITÁRIOS; (Líderes Comunitários, de Bairros, Quadras, Sem Tetos, Condomínios)
SINDICALISTAS; (Urbanos, Servidores Públicos, Prof. Liberais e Trab. Autônomos)
PROFESSORES; (universitários, secundaristas, particulares)
CAMPONESES; (Trab. Rurais, Sem Terras, Assalariados,  Agricultores Familiares, etc)
RELIGIOSOS; (Cristãos  (católicos e Evangélicos) Muçulmanos, Judeus, Espiritas, Afros, etc)
JUVENTUDE; (Estudantil, Operária, Camponesa, Negra, Feminina, LGBT, Religiosa, etc)
MULHERES; (Estudante, Operária, Camponesa, Negra, Indígena,  LGBT, Religiosa, Idosa)
CULTURAL; (Artistas, Músicos, Cineastas, Atores e Atrizes, congêneres)
JURISTAS; (Advogado (a), Juiz (a), Promotor (a) Defensor (a) Procurador (a) e Bacharéis)
IDOSOS; (Aposentados, pensionistas, civis, militares etc);
SAÚDE; (Médico (a), Odontólogo (a), Farmacêutico (a), Biólogo (a), Psicólogo (a), Enfermeiro (a))
LGBTs; (Lésbicas, Gays, Bissexual, Travestis e Transexuais, etc)
IMIGRANTES; REFUGIADOS e EXILADOS;
ECONOMISTAS, ADMINISTRADORES e ENGENHEIROS;
ANTROPOLOGOS, SOCIOLOGOS e ASSITENTES SOCIAIS;
DIPLOMATAS, CIENTISTAS POLÍTICOS e RELAÇÕES INTERNACIONAIS;
MILITARES ( das FFAAs, PMs, PCs, Bombeiros, etc)
APOIO LOGISTICO; (um de cada Grupo do ZAP)
1. Nova Esquerda - Intelectuais e Partidos;
2. Nova Esquerda - Institucional e Parlamentares;        


Para ser incluído em qualquer dos GRUPOS DE WATSAP acima fazer contato com os telefones 61.9551.9277 ou com qualquer um dos telefones anexos – adiante do nome do GRUPO.

  
 LINKs que podem contribuir para a formação política dos militantes da NOVA ESQUERDA e servirão para obter INFORMAÇÃO a respeito do assunto;
TEXTOS – Livros, Revistas e Jornais

ACILINO RIBEIRO e a NOVA ESQUERDA;                           http://www.radioredentor.com.br/o-revolucionario-cristao-a-nova-esquerda-e-a-revolucao-cidada-acilino-ribeiro-veja-a-entrevista-e-sua-biografia/,


BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS e a NOVA ESQUERDA;  http://operamundi.uol.com.br/dialogosdosul/boaventura-santos-quinze-questoes-para-uma-nova-esquerda/14082016/,


BOAVENTURA, a NOVA ESQUERDA e QUINZE perguntas;


Chegou a hora de uma Nova Esquerda;  http://outraspalavras.net/brasil/boaventura-chegou-a-hora-de-uma-nova-esquerda/,


DICIONÁRIO POLÍTICO MARXISTA                        https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/a/index.htm,


ESQUERDA MARXISTA  -    http://www.marxismo.org.br/aboutus,




DVDs com Links de Filmes e documentários sobre a 
NOVA ESQUERDA



ESCOLA DE FRANKFURT
Hebert Marcuse ,o Pensador da Juventude –  24 minutos  https://www.youtube.com/watch?v=aA3PhWFopls,  
Parte 2 - Herbert Marcuse, o Filósofo da Contestação (Trecho 1 de 4) https://www.youtube.com/watch?v=-A8sgxBidqg,
Parte 2 - Herbert Marcuse, o Filósofo da Contestação (Trecho 2 de 4) https://www.youtube.com/watch?v=VQ0vuoJEoMs,
Parte 2 - Herbert Marcuse, o Filósofo da Contestação (Trecho 4 de 4) https://www.youtube.com/watch?v=6p280XEkZZ0
 A Teoria Critica, Adorno, Hokneirmer, a Industria Cultural e a EF                        https://www.youtube.com/watch?v=B-FiUclOm3U,    07 minutos
Escola de Frankfurt e teorias de Cultura de Massa e Indústria Cultural  - 11 minutos               https://www.youtube.com/watch?v=nOTcI0SfR1E,                                             
A Escola de Frankfurt e a Teoria Crítica: Uma Reflexão Viva                                     https://www.youtube.com/watch?v=0XfrUPWet68&list=PLbhMcRjSTW1IYCu-XxuRCwsEGzVxpcic5






Encontros Municipais
da
 NOVA ESQUERDA

Proposta de PROGRAMAÇÃO
Dia...........; 08 de outubro de 2016 – SÁBADO; - Horário…; das 09 às 13 ou das 14 às 18 hs
Local........; Numa Escola, num sindicato, na sede de uma Associação de Moradores, ou 
                    residência ou mesmo de um dos partidos se todos concordarem; etc.

SUGESTÃO de PAUTA – ( que pode ser adaptada em cada município) ou tirar dúvidas através do EMAIL: novaesquerda.revolucaocidada@gmail.com     ou acessar o FACE através do LINK abaixo:  https://www.facebook.com/profile.php?id=100012939993543,          
ou dos telefones 61.99551.9277 ou 61.98331.5586

PAUTA
Até 09.00 \14.00 – Chegada, acomodação, credenciamento e distribuição dos DOCUMENTOS
                             POLÍTICOS da Nova Esquerda aos participantes;

09.00 ou 14.00  hs ; Composição da MESA (c\ Coordenador, Secretário e Relator) ; 
                                 ABERTURA com Informes sobre o evento e Objetivos do Encontro;

09.30 ou 14..30 hs.; Apresentação dos participantes, com nome, entidade ou partido, militância, etc;

10.00 ou 15.00 hs..; Avaliação da NOVA conjuntura política e eleitoral Local, do Estado e no Brasil a
                                 partir das eleições do dia 02 de outubro de 2016;

11.00 ou 16.00 hs..; Leitura, Debate e Avaliação dos DOCUMENTOS POLÍTICOS da NE
                                 (Carta Convite – Apresentação – Protocolo – Manifesto – Plataforma de Lutas 
                                  e Informes Extras, etc);

12.00 ou 17.00 hs..; Encaminhamento de propostas para a organização do Espaço 
                                 NOVA ESQUERDA e no município, no Estado e no Brasil a partir da 
                                 Nova Conjuntura; Elaborar um Calendário de Atividades... 
                                 (com e para Fóruns, Seminários, Ciclos de Debates, Reuniões Plenárias,
                                Encontros Temáticos, Conferencias e Palestras Debates, Rodas de Conversas,etc.

12.20 ou 17.20 hs..;Tribuna Livre, indicação nomes e formação de um Coletivo Operacional Local; 
                                criado através do WATZAP e assim já “formalizado” o grupo ou de um EMAIL, 
                                ou ambos, com a recomendação do respeito a diversidade política e partidária, 
                                 cultural e religiosa; para abranger o maior número de partidos, organizações, 
                                 grupos sociais, redes, coletivos, sindicatos, associações, parlamentares, líderes 
                                  populares, etc.

12.40 ou 17.40 hs.; Leitura do Documento Final e Informes finais ;

13.00 ou 18.00 hs..; ENCERRAMENTO;